É sempre bom saber que as grandes estrelas não nasceram para o ser, existiram diversas contrariedades para os tornar tal como são; para tal serem por vários testes passaram e, em cada um deles, chumbaram e chumbaram... e voltaram a chumbar. Foram alvos de calúnias, de degredos, de rumores, mas agora, após a brilhante flecha de sorte, da palavra certa, da aprovação nos testes, são considerados os melhores do mundo.
É bom saber, também, que estas grandes estrelas, são de carne e osso, tal como qualquer um. Não existe nenhuma alteração a nível anatómico que demonstre que certa pessoa não tenha potencial para ser o mesmo que estas estrelas pois têm na sua constituição os mesmos tecidos, as mesmas formas.
Agora, para todos os infelizes na vida, lamúrios não chegam. Todos se lamentam contra estas pessoas só porque sabem que, onde estão, são coordenados por milhares de pessoas e programas (i.e.: Adobe Photoshop) e que nada mais têm que os pobres. Lamentações das pobres vidas levadas sem riquezas afortunadas ou sem regozijos básicos que qualquer um tem.
Será que ninguém entende que até estes trabalharam a vida toda para passarem nos seus testes? Ninguém nasce em ouro e banhado neste fica; descerá sempre ao latão. Com divisões tão elevadas ninguém baixa a fasquia, logo cada vez menos estrelas haverão.
E ainda ninguém percebeu que, pelo menos uma vez na vida, todos temos um destes testes à frente, e este repete-se e repete-se, tornando a repetir-se, a avistar para o estrelato, e nós, iliterados nestes testes, nunca conseguimos acertar, mesmo sabendo que será sempre igual a prova.
É este o mundo no qual vivemos?
Hugo Martins (TODOS OS TEXTOS SÃO MEUS, SÊ BRILHANTE E ESCREVE TU UM TEU; NÃO ROUBES OS DOS OUTROS!)